
Um vento de repente soprou,
Quando os meus olhos sozinhos procuravam,
Uma incerteza na calma luz do madrugar.
Um frio que a mim me congelou,
Sem conseguir descobrir a quente razão,
O porquê de o vento continuamente soprar.
A vontade que alguém guardou,
Talvez o segredo que traz na mão,
Ou o simples prazer de um suspirar.
Mas uma seta que de longe falhou,
Que com o vento todos sopravam,
Traz o amor que tanto ansiamos em procurar.



