
Memórias que aparecem correndo,
como cavalos irados parecem,
que pela minha mente me atormentam,
e de dia e noite me pergunto
se destino é piada ou verdade,
algo de bom ou pura maldade.
Pois o paradoxo da vida
nos segue pelas ruas da dor,
sem possível escapatória,
os acontecimentos que vêm à memória,
de momentos felizes, de amor.
Mas o pior é o cansaço,
de quando a espera é longa
para preencher aquele pedaço
que do coração nos falta.
O pior,
é não ter o que precisamos,
mas o que queremos tê-lo...
...sabermos quem somos,
e não podermos sê-lo.
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