segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Pontos

Imagine um ponto. É natural e totalmente lógico este certo ponto encontrar-se sozinho, vendo seu vizinho à distância. No meio, como pequenos jardins plantados por mero acaso, vírgulas que se vão acumulando uma após a outra, tentando explicar algo que unicamente não é compreensível, sem antes perceber o seu todo.
Mas cada ponto é especial, e todos servem o seu efeito. Assim.
Até, na sua extrema pomposidade, apreciam o belo do conteúdo literário com, nada mais nada menos, que um simples chapéu, talvez para preservar sua originalidade na frase, ou apenas para cumprir seu destino, que por eles não foi traçado. Rídiculo? Não direi. Belo!
Como escritor amador, este primeiro aspecto que referi não é de meu agrado. Mas qual a verdadeira razão para um ponto se encontrar sozinho? Isto sim é rídiculo!

Por isso, no meio de tanto jardim, lhe darei alguém para com quem queira conversar, e, quem sabe... O que sairá de tão inesperado encontro... Veremos...

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