
Distância e silêncio.
Confusão e arrependimento.
Saudade e tormento.
Saudade, palavra portuguesa,
que na sua própria beleza,
nos traz nostalgia,
uma paz e uma alegria,
de memórias, dizia...
O sol nasce,
a lua desce.
Contando os dias,
contando as noites...
Vendo as semanas passarem,
vendo as aves no céu voarem,
vendo as vidas de pessoas correndo,
vendo-me sozinho dizendo,
e sem pensar perguntando,
se aquele que se diz destino,
apenas para seu deleito,
se da minha vida vai brincando,
como tímido
pequeno
miúdo.
Mas eu luto!
E dia após dia tento
contrariar-me,
enganar-me,
aproximar-me.
De ti,
de mim,
de nós.
A tua face...
a tua voz...
Acalma-te alma inquieta!
Não podia deixar de comentar.
ResponderEliminarDelicadamente profundo, envolvente, um expressar de emoções em tão simples linhas, que no seu todo carregam uma expressividade única.
Brilhante!